quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Deus da noite

Deus é dia e noite
É o Deus das raizes profundas que roubam ao céu
Águas opostas embalam o seu corpo.
Tais reflexos de um mundo mal ensaiado
Gotejam em cadência sobre os meus pés
Mas nunca as lágrimas tristes me saceiam.


Tanto surrealismo é deselegante demais.
Desajeitado e precipitado na conclusão.
Ardem milhões de ideias mutáveis
O perdão não o consinto em sacríficio de mim
E como um barco sem cais
O sacríficio ao vento é vontade.

Pela vontade de Deus,

Todas as mudanças se somam
à necessidade de mudar
Unidades extinguem-se em magia,
Pelo vício da magia
ou pela força da união.


Fecho-lhe a porta
Ao Deus que é o oposto de mim
Um  pensamento assim é solitário
Sozinho digo:
Deus é contrário à razão.




 

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