Repousa sobre o gasto tapete,
Bebe momentos independentes
Tritura passados...
Aflições que levitam tempestivamente
Nutrem por si mesmas paixões bélicas
Mercenárias compulsivas
Chefiadas pelo velho Senhor
Irradiadas pela coerência.
É no sofrimento do novo mundo
Que Ele descansa,
E tritura;
Corrosiva a alma do santo
Que anda descalço
Sobre o seco solo
Anda aos zigues zagues
Evitando a chuva matinal.
Ventilando as sombras dos abutres
Junto do roxo girassol
Está o pastor
Exibindo mãos de astuto pianista
Lavrando loucas ideias.
Longe está a mulher simulando arquiteturar um fruto
Que espera não ser amargo
Vai roçando o seu querer num qualquer cristal
Abrindo uma porta para novos movimentos
Pesados no pensar.
E sobre o gasto tapete
Pousa o brilho daquele que faz dilatar o minimo
Pondo de lado o que não sente ser
Triturando a coisa nenhuma
Que fez de si Homem.
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