Lá está o prato com lírios desenhados a grossas pinceladas
No pano que repousa sobre a contrução
A madeira que desafia ergue-se além dos olhos, não da curiosidade
Rastejo com a cabeça no ar e a barriga no chão.
Um desafio que só a mim me diz respeito
Não vá ela pensar que lhe devo explicaçãoVou-me antes deslizando para debaixo da banca
Bigodes a saltar de emoçãoPonho olhar manhoso, em espera
Qual rato de olhos no queijo, não no prato
Ainda não o ataco
Que medo não tenho mas sim precaução.
Sem comentários:
Enviar um comentário